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13 fevereiro 2008
30 janeiro 2008
17 janeiro 2008
Sessão Dupla na R. Poço dos Negros,120
a partir de amanhã e até 17 de fevereiro:

reposição: 3 de Cão Solteiro e André Godinho
3ª a Dom, 21h30

estreia: Os Persas/indícios de Miguel Loureiro
4ª a Dom, 22h30
(descontos especiais para os corajosos que se aventuram a ver as duas peças)

reposição: 3 de Cão Solteiro e André Godinho
3ª a Dom, 21h30

estreia: Os Persas/indícios de Miguel Loureiro
4ª a Dom, 22h30
(descontos especiais para os corajosos que se aventuram a ver as duas peças)
19 novembro 2007
Publicidade
A peça que fiz com o Cão Solteiro está na última semana, termina domingo.
O video que fiz para este espectáculo, foi todo construído com as imagens do espectáculo anterior do Cão, A Carta Roubada. Os Cães pediram-me para escrever um texto sobre ele.
"A Carta Roubada estava escondida, à vista de todos, pousada numa caixa, na mesa, junto dos cartões de visita. Só precisou, para ser encontrada, que alguém olhasse para ela e a soubesse ver.
O P. contou-me como foi, quando viu o Sleep do Andy Warhol, na altura, numa sala de cinema em Paris. Foi com o irmão. No ecrã um homem dorme durante 5 horas. Eles não demoraram tanto, até se decidirem a sair da sala. No momento em que se levantam dos seus lugares, o homem do ecrã vira-se na cama. Eles voltam-se a sentar e continuam a ver o filme atentos. Até se voltarem a fartar e se levantarem de novo dos seus lugares. Tempo para o homem do ecrã fazer uma respiração pesada, ou um pequeno movimento do corpo. Eles não conseguem sair da sala, presos à promessa de acção, sempre frustrada.
Sleep era um filme sobre o sono. A Carta Roubada era um espectáculo sobre o sonho. Na cena duas mulheres a uma mesa durante 1 hora. Não se passa nada, uma come, uma faz um puzzle, uma abre a porta. Passa-se muita coisa. Promessa de acção, promessa de enredo, promessa de narrativa. Sempre frustrada. O espectáculo é um grande sonho. É talvez para se ver com sono. Perfeito talvez para ver em estado de vigília, onde o sonho é o nosso, feito com as imagens do espectáculo.
Eu vi o espectáculo. Eu sonhei com o espectáculo. O meu olhar sobre o espectáculo, está aqui. Não se passa nada. Passa-se muita coisa. Sempre as mesmas coisas. As imagens são muitas, são sempre as mesmas. O ritmo é lento. A sucessão das imagens aceleram o ritmo.
A carta voltou ao remetente. Encontramos a carta. Tinha sido escrita pelo Rui Nunes. Não o sabíamos antes. Mas tinha-mo-la guardada à vista. Bastou alguém olhar para ela."
O video que fiz para este espectáculo, foi todo construído com as imagens do espectáculo anterior do Cão, A Carta Roubada. Os Cães pediram-me para escrever um texto sobre ele.
3 um espectáculo de Cão Solteiro & André Godinho com texto de Rui Nunes
de 2 a 25 de novembro, de 3ª a domingo, às 22h
na R. do Poço dos Negros, 120
reservas 96 017 47 98 (entre as 14h e as 22h)
de 2 a 25 de novembro, de 3ª a domingo, às 22h
na R. do Poço dos Negros, 120
reservas 96 017 47 98 (entre as 14h e as 22h)
"A Carta Roubada estava escondida, à vista de todos, pousada numa caixa, na mesa, junto dos cartões de visita. Só precisou, para ser encontrada, que alguém olhasse para ela e a soubesse ver.
O P. contou-me como foi, quando viu o Sleep do Andy Warhol, na altura, numa sala de cinema em Paris. Foi com o irmão. No ecrã um homem dorme durante 5 horas. Eles não demoraram tanto, até se decidirem a sair da sala. No momento em que se levantam dos seus lugares, o homem do ecrã vira-se na cama. Eles voltam-se a sentar e continuam a ver o filme atentos. Até se voltarem a fartar e se levantarem de novo dos seus lugares. Tempo para o homem do ecrã fazer uma respiração pesada, ou um pequeno movimento do corpo. Eles não conseguem sair da sala, presos à promessa de acção, sempre frustrada.
Sleep era um filme sobre o sono. A Carta Roubada era um espectáculo sobre o sonho. Na cena duas mulheres a uma mesa durante 1 hora. Não se passa nada, uma come, uma faz um puzzle, uma abre a porta. Passa-se muita coisa. Promessa de acção, promessa de enredo, promessa de narrativa. Sempre frustrada. O espectáculo é um grande sonho. É talvez para se ver com sono. Perfeito talvez para ver em estado de vigília, onde o sonho é o nosso, feito com as imagens do espectáculo.
Eu vi o espectáculo. Eu sonhei com o espectáculo. O meu olhar sobre o espectáculo, está aqui. Não se passa nada. Passa-se muita coisa. Sempre as mesmas coisas. As imagens são muitas, são sempre as mesmas. O ritmo é lento. A sucessão das imagens aceleram o ritmo.
A carta voltou ao remetente. Encontramos a carta. Tinha sido escrita pelo Rui Nunes. Não o sabíamos antes. Mas tinha-mo-la guardada à vista. Bastou alguém olhar para ela."
07 novembro 2007
02 novembro 2007
3 Estreia hoje


3 um espectáculo de Cão Solteiro & André Godinhode 2 a 25 de novembro, de 3ª a domingo, às 22h
na R. do Poço dos Negros, 120
reservas 96 017 47 98 (das 14h às 22h)
31 outubro 2007
Brevemente
"o vestido à noite ainda engana"

3, um trabalho de Cão Solteiro & André Godinho
a partir de 2 de novembro, às 22h, na Rua do Poço dos Negros, 120

3, um trabalho de Cão Solteiro & André Godinho
a partir de 2 de novembro, às 22h, na Rua do Poço dos Negros, 120
30 outubro 2007
29 outubro 2007
24 outubro 2007
07 agosto 2007
17 julho 2007
25 janeiro 2007
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