03 março 2008
22 fevereiro 2008
20 fevereiro 2008
19 fevereiro 2008
13 fevereiro 2008
09 fevereiro 2008
Viva, Wes Anderson, Viva!
A banda sonora do The Darjeeling Limited é absolutamente maravilhosa. Pelas músicas dos Kinks, que são maravilhosas (fui logo roubar um disco deles ao meu pai), depois pelas músicas dos filmes do Satyajit Ray, que arrastam consigo todo um universo de imagens, pela música do Peter Sarstedt, a mais deliciosa música de engate, e claro por este Typewriter Tip, Tip, Tip, que me deu uma terrível vontade de ver o filme de onde é retirado. O Wes Anderson, a Sofia Coppola e o Tarantino, são os únicos realizadores que têm sempre lugar reservado no meu ipod.
08 fevereiro 2008
01 fevereiro 2008
Se no es para vos, no es para vos
A propósito de ter passado um dia inteiro a filmar um carrinho das compras do Continente e no mês passado, ter passado um dia no estúdio das Chiquititas a filmar Bollycaos:
De vez em quando há publicidades absolutamente geniais, eu não via uma tão maravilhosa desde os anúncios da Olympus sobre red-eyed babys e distorted dogs, porque não é só o facto de serem bons conceitos, mas os actores são incríveis e o ambiente é perfeito.
E depois o slogan que é aplicável a tanta coisa...
Obrigado Wasted Blues.
De vez em quando há publicidades absolutamente geniais, eu não via uma tão maravilhosa desde os anúncios da Olympus sobre red-eyed babys e distorted dogs, porque não é só o facto de serem bons conceitos, mas os actores são incríveis e o ambiente é perfeito.
E depois o slogan que é aplicável a tanta coisa...
Obrigado Wasted Blues.
Olá Patty (e companhia):
Era este efeito que eu te estava a falar. Gostava de explorar algo estático, mas com muito movimento, um movimento repetitivo.
30 janeiro 2008
22 janeiro 2008
a verdadeira História do cinema não pode ser realizada que pelo próprio cinema

...já dizia o Sr. Godard, para comprová-lo, o Ricardo Matos Cabo fez uma programação, que começa amanhã na Culturgest "Histórias do Cinema por si próprio", até domingo, filmes de Thom Andersen, Bill Morrison, Standish Lawder, Georges Franjú, Jean Rouch, Jean-Luc Godard, entre outros (muitos que eu não conheço), que prometem ser uma maravilha.


17 janeiro 2008
Sessão Dupla na R. Poço dos Negros,120
a partir de amanhã e até 17 de fevereiro:

reposição: 3 de Cão Solteiro e André Godinho
3ª a Dom, 21h30

estreia: Os Persas/indícios de Miguel Loureiro
4ª a Dom, 22h30
(descontos especiais para os corajosos que se aventuram a ver as duas peças)

reposição: 3 de Cão Solteiro e André Godinho
3ª a Dom, 21h30

estreia: Os Persas/indícios de Miguel Loureiro
4ª a Dom, 22h30
(descontos especiais para os corajosos que se aventuram a ver as duas peças)
16 janeiro 2008
up next

Os Pragas ainda estão em cena até sábado, mas eu como já vi este espectáculo (e até já o filmei), já estou a pensar no que se segue. Chama-se Turbo Folk e é para março no S. Luiz.
Há uma tábua, a impedir que se caia no esgoto, só resta saber se aguenta com o peso da Praga.
Ficam algumas dicas, para eles (todas tiradas do VVORK), sobre:
Turbo Architecture
Prishtina Houses by Marjetica Potrc
Comunist Monuments
e esta tampa de esgoto do Tito
10 janeiro 2008
O Teatro (Praga) é tão lindo!
O Avarento ou A Última Festa do Teatro Praga ou a última festa do José Maria Vieira Mendes ou
a última festa do CCB, vai ser de 11 a 19 de janeiro.
03 janeiro 2008
três dias

Hoje, numa conversa com o P. (sobre um blogger que pôs na net todas as listas de melhores filmes publicadas pelos Cahiers du Cinéma desde 1951 até 2007), falamos sobre a obsessão dos cinéfilos de fazer listas. Eu claro não fujo à regra e tenho publicado aqui, todos os meses as listas dos filmes que tenho visto. No mês de dezembro não tive tempo para ver filmes quase nenhuns, o único mês em que não vi um único filme em dvd, do princípio ao fim. Mesmo assim, ainda consegui fugir umas vezes, até à cinemateca, para ver alguns dos filmes do ciclo Temps d'Image. Foi onde vi o filme que me impressionou mais nos últimos tempos, chama-se Trois Jours en Gréce. Acho que foi muito importante para mim ter visto este filme, porque tenho andado a questionar muito o que me interessa no cinema, e aqui encontrei muito do que me interessa. É um filme sem uma narrativa linear, muito longe da ficção comum, sem uma historinha para contar, que não encaixa no documentário, nem no diário filmado, mas sem deixar de ser tudo isto. A viagem, sobreposta à poesia, e por cima de tudo isto o humor (muito importante!) e no fim o plano maravilhoso no metro, que mostra como pode ser bem utilizado o steadycam (só outros dois filmes usam o steadycam como poesia, o Shining e o Elephant).


The Royal Tenenbaums de Wes Anderson
Trois Jours en Gréce de Jean-Daniel Pollet
"Uma Certa Noite" de Boris Barnet
Lola de Jacques Demy
Paranoid Park de Gus Van Sant
"12:08 A Este de Bucareste" de Corneliu Porumboiu
Something's Gotta Give de Nancy Meyers
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